Encontro de Projetos @ESELx

No passado dia 21 de setembro, estivemos no encontro de Fablans, Makerspaces e Projetos promovido pelo FabLab Benfica na Escola Superior de Educação de Lisboa. Como parte do evento, registámos o momento em que o nosso António Gonçalves partilhou as suas aventuras e experiências na Fab 15.

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Sunset Hackathon – HARDWARE CITY

6,7,8 de Setembro 2019

Sunset Hackathon 2019 – Hardware City

Foi um fim de semana em cheio!!! Já no ano anterior foi e não recebemos qualquer prémio extra. Ficámos com o maior deles todos que é estar com gente desta fibra e a maioria, muito jovens! Com jovens destes o país tem um enorme futuro! Estamos felizes. O prémio diz-nos que estamos no bom caminho!

Em três dias pusemos um catamarã na água, ajudamos, partilhamos saberes, aprendemos e fomos recebidos na Costa Nova, pelo municipio de #Ilhavo e pela equipa #HardwareCity que cuidou de nós, num #SunsetHackathon que deve continuar neste #CaisCriativo plantado na praia: uma ideia brilhante.

Este evento é especial e está na nossa agenda para o próximo ano.

O prémio diz-nos que estamos no caminho certo e vai ajudar a associação a financiar os projetos que estão pendurados à espera do motor ou do controlador ou da máquina. Um agradecimento ao júri pela escolha dificil entre tantos projecto magnificos e, em especial, à Fundação Gulbenkian por, de facto, ajudar, partipar e acreditar em Portugal desde a sua fundação.

Esta equipa foi de facto uma equipa: Adrian, o Guilherme, o Vasco, o João e o António. É um orgulho termos pessoas na associação desta envergadura! Para a equipa do Hardware City e para os que ajudaram neste Sunset Hackathon um agradecimento especial porque bem sabemos o que custa organizar um evento destes.

Agradecer em especial ao @Pedro do Hardware city, ao @Tiago da 3Dways pelo apoio crucial que nos foram dando, 24 horas sobre 24 horas. Um especial abraço à alma deste projeto: o @Francisco, o @Ricardo e o @Miguel e, claro, a toda a equipa. Em especial também, ao @Fausto (SICAM) que nos acolheu em sua casa!

video e mais imagens aqui, no Hardware City: https://www.facebook.com/hardwarecity.org/videos/676931346145688/

https://www.facebook.com/hardwarecity.org/?tn__=%2CdkC-R&eid=ARATu4gTvXvTtko3hPBX6i2GAUjb3yhSOzxAaPs6qHjecm96SfY6_nDCopUyNbfVPwZIr6BfpxdqDW&hc_ref=ARTUD6wpxC7GPmVtGwfrpS4xoJIaDKoArOgMDtVmC9EKitJuMHomSQDi0Tslrxuqwa8
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FAB15: Aprender e Partilhar

“Give ordinary people the right tools, and they will design and build the most extraordinary things.”1

Neil Gershenfeld, Fab 15, El Gouna, Egypt.

Como nota de abertura, este é um resumo [muito] incompleto do Fab15. Foi absolutamente impossível estar em todas as atividades, dada a grande diversidade e, já agora, qualidade de ofertas de workshops. (https://fab15.fabevent.org/schedule)

O registo no FAB15 foi iniciado em festa, no dia 28 de julho, em El Gouna, uma cidade turística, 700 km a Sul do Cairo. Para além do habitual encontro de culturas e conhecimentos, houve muita conversa informal, reencontros e animação.

No dia seguinte, depois das diversas apresentações da organização, dando um contexto ao encontro, Neil Gershenfeld começou por nos convencer de que estamos no meio, não de uma revolução, mas de uma evolução, análoga à que houve com a evolução do número de chips, chamada Lei de Moore. Agora, com a fabricação digital. temos de passar para a Lei de Lass (Sherry Lassiter): em dez anos têm vindo a duplicar (https://www.thedigitalfactory.com/videos/from-moores-law-to-lass-law) .

E continuou, os Fab Labs têm dois caminhos importantes a percorrer: um, os denominados “one million dollar Fab Labs”2 que darão suporte e robustez à comunidade e, por outro, os Fab Labs locais que podem gozar do apoio daqueles. Convidou a apresetnação de exemplos com os de Nádia Peek (Machines that make machines); do Daniel Ingrassia, com a sua gigantesca laser, que mais parece um tanque de guerra, o qual descreveu os processos de construção baseados na sua estratégia de “over engineering” de modo a garantir a robustez, precisão e baixo custo; ou ainda, projectos como os do Jens Dyvik (Fabricatable Machines), que darão flexibilidade e facilidade em espalhar este ambiente FAB LAB e respectivo conhecimento envolvido; ou da Sara Falcone, com os Fiberbots, uma plataforma para robots que constroem estruturas cooperativamente ou as estruturas the DNA em grande escala.

Por outro lado, a evolução da capacidade e o conhecimento dentro da comunidade dos Fab Labs está quase a atingir o ponto em que empresas e universidades contratam para poderem aceder a essas mesmas competências e conhecimentos. Neste momento, já é possível fabricar rolamentos e num futuro próximo será mesmo possível fabricar chips. Neste último caso, seria um grande avanço. Nesta área, fez-se referência ao trabalho da Egípcia Amira Abdel Rahman, investigadora no Centro Bits and Atoms, no MIT, que consiste na simulação e optimização de design, usando uma técnica inovadora, que torna possível a simulação de estruturas de modo a otimizar designs ou o trabalho de Joseph Choma, design topológico, fundador da Design Topology. bem como destes robots. A sua ideia/estratégia continua a mesma: “atoms stay, information flows in to make3. Entretanto, informou que nos Estados Unidos foi aprovada uma lei que determina o acesso universal à fabricação digital como um direito.

Insistiu que nós somos o grupo que está a criar o futuro tal como se fez com o computador. Portanto, como organizar os próximos 25 anos? A sustentabilidade deste projeto pode passar pelos FAB Labs Low cost para a formação de professores na área da educação, pode passar pelo opensource, claro, em que, cada Fab Lab escolhe um projeto, adiciona valor e vende. Um exemplo disso foi a apresentação do projeto Mitt, do Nate e do Ben, que consiste no fabrico de próteses, que posteriormente, cada Fab Lab pode redesenhar o acessório, tendo conta o utilizador final, e revendê-lo.

Por outro lado, a gestão de um FAB LAB é fundamental e neste caso o GITTLAB é uma ferramenta muito útil, que o Neil utiliza no seu laboratório, faltando apenas a componente física RFID para controlar o acesso às máquinas, tendo em conta os conhecimentos do utilizador, sobretudo nos laboratórios com muitas máquinas e utilizadores. Um outro exemplo é o gestor de um fab Lab mais completo, Fabman.

Foram vários os projetos apresentados ao longo do FAB15, de diversas áreas, da educação à formação, passando pelos produtos. No área da educação e divulgação do conceito de FAB LAB, foram apresentadas sugestões de atividades que envolvem os workshops, bootcamps, dias abertos, formação individual para cada professor e a adopção projectos como o ifurniture, tendo sido igualmente reforçada a importância de trazer empresas e profissionais para a comunidade. Com máquinas mais simples e baratas é possível atrair mais público, incluindo o feminino, que se interessa por projetos mais criativos com aplicação no dia-a-dia, como por exemplo, a goforges e a sillhouete, ou o projeto opensource knitting machine. A área dos jogos e brinquedos é outra forma de atrair público mais jovem. O FabriAcademy foi outro ponto alto neste evento: a olhar com atenção para o futuro deste projeto porque tem muito potencial,

Neste FAB15 os fab labs móveis, incluindo o egípcio, Fab Lab on wheels, estiveram em força com diversas ideias e projetos em ação. O Fab Lab de BRNO apresentou o seu mega camião de carga FAB LAB mobile: 270000 euros de investimento: com um custo anual de 4000 em recursos e materiais, com a desvantagem de ser difícil de estacionar, não tendo conseguido atingir os 10000 alunos/ano mas apresentou atividades robustas que permitiram espalhar a palavra. O fab lab belga apresentou a sua caixa que fica na escola durante um mês. O projeto evoluiu de modo a que agora, ficam apenas as máquinas que o professor solicita. E claro, no meio da discussão, outras ideias foram surgindo como: um fab lab num comboio, num barco… Os fablabs móveis atingem diversos objetivos: motivam as escolas e passam a palavra, até a pessoas que não querem saber do que se trata, espalham o conceito, estimulam a utilização destes equipamentos e processos. Neste processo de divulgação, convém realizar actividades como: jogos e brinquedos, costura e roupa, Hackathons, reuniões gigantes, anunciar jornadas ao logo da região, participar em projetos de caráter humanitário, etc.

Na sessão com o grupo do fablabs.io, reuniu-se um grupo enorme de interessados sob o tema da avaliação dos fabs, respetiva acreditação e sustentabilidade, liderado por Norella Coronell e Luciano Betoldi, sob o tema: Regional Networks and Fablabs.io. Foi debatida a necessidade de haver grupos regionais para facilitar a verificação anual sobre se o Fab Lab está de facto a operar segundo os principio básicos anteriormente apresentados pela Marta Ajmar. Assim, haveria maior consistência e robustez do projeto, poderia haver suporte para angariação de fundos e melhor trabalho em equipa. Neste capitulo da sustentabilidade económica, surgiu um exemplo interessante: uma equipa de basqueteball a apoiar um Fab Lab e a sua comunidade.

O Neil referiu-se à possibilidade dos fabs seguirem as orientações propostas pelas Nações Unidas envolvendo-se me projetos diretamente ligados à sustentabilidade do Planeta. Há um desafio maior e mais difícil que será o primeiro fab lab autosustentável, uma vez que vive fora da economia tradicional.

A segurança dentro dos Fab Labs foi sendo abordada de modo informal em conversas ou nos diversos workshops que foram acontecendo e eram de facto muitos e de excelente qualidade, mas não houve nenhuma apresentação ou worksop explicitamente sobre o assunto. Alguns workshops foram repetidos porque o interesse era evidente. Um deles foi por demais interessante, o foldscope apresentado por Manu Prakash, um dos co-inventores.

O Daniel Smithwick, um dos finalistas do Fab Academy 2019 e responsável pela scopesdf.org, dinamizou as sessões em torno desse projeto. A ideia é criar uma base de dados com um conjunto de lições sobre fabricação digital, com dois tipos de objetivos: 1. que possam ser usadas em sala de aula, especificamente, por professores, em contexto real; 2. e que estejam diretamente ligadas à fabricação digital. Foram três workshops que o Daniel dinamizou, e de cada vez , o projeto era abordado com mais detalhe até que foram pedidas sugestões aos presentes. O último foi verdadeiramente interativo, tendo o resultado final tido a participação de todos, não só no tipo de atividades a disponibilizar, como nas estratégias futuras para o projeto. E era isso que o Daniel estava à procura, contribuições, e conseguiu, procurando tornar o projeto mais ajustado à realidade das necessidades de gestores, utilizadores dos fabs e comunidade escolar: a ideia final será criar um plano de educação/atividade que promova a fabricação digital.

A Marta Ajmar apresentou uma ideia genial, o Museu do Fazer que guarda o design desenvolvido no passado e presente, com a ideia de que pode ser usado no futuro. Vai abrir em Londres em 2021 um museu dedicado ao design do passado. Fez uma referência à filosofia dos Fab Labs, relacionando-a com pensadores e com o mote da educação nos dias de hoje, nomeadamente, quanto à necessidade da educação que envolva o corpo por inteiro: palavras sábias.

Outro projeto de referência foi a construção cooperativa e colaborativa da Nefertiti pela equipa do Todd Blatt.

A Toby Bothel, no WS que dinamizou falou do modo como tem trabalhado com uma escola TIES, cujo mote é Our Work Is About Transforming Education for All Learners, procurando que os alunos tomem contacto direto com a água e desenvolvam o interesse pelos recursos marinhos, utilizando ferramentas digitais. Os alunos tanto abordam a topografia do rio como usam um ROV open source, sea under water robotic, como forma de promover uma educação autêntica através de problemas reais.

A Seeeds, sediada em Shenzhen, mostrou como os Fab Labs se podem conectar através da sua nova estratégia e como se podem ligar à indústria. Esta equipa, representada pelo Eric Pan e pela Violet Su, está realmente interessada no projeto fab labs e comprometeu-se a estabelecer uma relação mais estreita para que os Fab labs tenham acesso mais rápido e especifico aos materiais que são necessários, não só durante a Fab Academy como no desenvolvimento dos projectos. No workshop, como na apresentação que dinamizaram mostraram como, ao alterarem a sua estratégia, se aproximaram do espírito dos Fab labs. A estratégia agora é mais ligada às necessidades locais porque reconheceram que ao continuarem pelo caminho do desenvolvimento do produto são facilmente capturados/copiados por outras empresas bem maiores. Assim interessa-lhes ligarem-se a quem está no terreno para responderem às necessidade locais. Em vez de um produto global, querem trabalhar com as necessidade locais. A ideia é então, continuar a ser uma comunidade global, mas que agora trabalha localmente e essa estratégia alinha-se com o espírito dos Fab Labs: como dizia o Neil, estamos a evoluir e não a revolucionar.

Quanto a anúncios, para além da wikifactory e a Fabfoundation.io anunciarem uma parceria de trabalho para o futuro, a Seeeds também o fez, o Fiore apresentou o novo site, e ainda foi anunciado o país para 2022, México. Foi feita uma cerimónia muito criativa em que se passou a pasta do FAB16 para a equipa do Canadá: o próximo realizar-se-á entre os dias 25 de julho e 2 de agosto 2020, em Montreal. Logo a seguir, 2021, será a vez do Fab17, no Butão.

E claro os graduados deste ano!

Depois destes dias intensos em El Gouna, seguiram-se os dois últimos no Cairo, no Fab Festival. Na manhã de um de agosto, deu-se uma longa e profícua discussão sobre os temas abordados em El Gouna e durante a tarde visitámos os projectos em cada stand. Por fim, no último dia, 2 de agosto, realizámos visitas muito interessantes aos Fab Labs locais e a outros laboratórios espalhados pelo Cairo.

Mais fotos e videos da conferência, procurar por: “Fab15 Conference” no facebook.

Uma notícia breve que resume o FAB15 mas em ING: https://wikifactory.com/+wikifactory/stories/wikifactory-fab-labs-partnership-announced-during-fab15-conference-in-egypt

1Se as pessoas tiverem acesso a tecnologia elas farão coisas extraordinárias

2Fab Labs com o custo de um milhão de dólares

3Os átomos ficam a informação entra para organizá-los para inventar

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We Are The Makers

Não podíamos deixar de terminar o ano sem um último projeto público: participar na construção do busto de Nefertiti gigante, que irá ser construído pelos We The Builders na conferência Fab 15, que irá decorrer no Egito (Cairo e El Gouna).

Em parceria com o Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro imprimos peças deste projeto. Um pouco de nós vai ficar pelas terras do Egito.

Para além de divertido, é um projeto muito apropriado, uma espécie de devolver de uma preciosidade egípcia ao Egito. O busto de Nefertiti, uma das obras icónicas da antiguidade, reside em Berlim e dificilmente será devolvido ao país de origem. Foi digitalizado por ativistas do património digital, precisamente como forma de sublinhar a partilha das antiguidades pelas instituições museológicas ocidentais.

As peças seguiram para o Egito na representação do Lab Aberto na conferência Fab 15.

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Fabs no Buinho

Foi um dia espetacular. Discussão, divulgação de projetos, colaborar e aprender. O Buinho é um sitio a visitar sempre que possível. Graças ao Carlos e à Sara vai dar que falar. Sorte! Desejamos muita sorte! Sabe sempre bem visitar o Alentejo! O remate final foi com um grupo de cantares alentejanos com quadras e anedotas… Vamos voltar, é só convidarem.

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na última mini maker


Fomos convidados pelo Fab Benfica para estarmos no #pixelscamp2019 #pixelscamp para expor e estreitar relações com alguns Makers e Fabbers que muito admiramos! Estivemos na micro-Makerspace e uma micro-“Maker Faire” no maior Hackaton Nacional – o @pixelscamp no Pavilhão Carlos Lopes

Our Partnership with Fab Benfica at Pixels Camp enabled us to showcase what we do.

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Semana do Mar 2019

No dia 7 de fevereiro rumamos a Norte para participar na Semana do Mar 2019, organizada pela Escola de Turismo e Ciências do Mar em Peniche. Foi um dia muito bem passado!

Aprendemos um novo sabor, UMAMI, soubemos que os glutões (enzimas) vêm do Mar, o peixe alimenta melhor o cérebro, o plástico á para sempre, que uma mistura à base de algas evita a oxidação das maças e divertimo-nos à brava.

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O Centro Qualifica visitou-nos

No passado dia 28 de janeiro, pelas 19:30, o Centro Qualifica do Agrupamento de Escolas Henriques Nogueira, que integra a rede nacional de centros especializados em qualificação de adultos, visitou-nos. Um conjunto de cerca de 25 formandos de nível secundário tomaram contacto com algumas das atividades que realizamos bem como os serviços, cursos e atividades que o Lab Center disponibiliza.

Mostrámos o que fazemos e como. Para além de terem programado um Drone quadricóptero, realizaram modelação e impressão 3D, programaram um microcontrolador para controlar um servo com recurso a sensores. Ainda tivemos tempo de realizar algumas atividades experimentais muito simples de Física.

O Centro Qualifica é coordenado pela Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional, estando sob a tutela conjunta dos Ministérios da Educação e do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Esta estrutura visa a concretização do objetivo do Programa Qualifica – melhorar os níveis de educação e formação dos adultos, contribuindo para a melhoria dos níveis de qualificação da população e a melhoria da empregabilidade dos indivíduos.

Organização: Lab Aberto Fab Lab; Dinamizadores: António Gonçalves, Artur Coelho e Álvaro Brito.

Links úteis:

http://lababerto.pt/;

http://www.aehn.net/index.php/qualifica1;

https://www.facebook.com/TorresVedrasLabCenter/

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